Qualquer calma que venha com pressa
um porto para eu nadar segura
o relógio que ansioso dispara
um tempo vagaroso de um abraço.
são os olhos verdes de mansidão que me engolem
olhos carnívoros da escuridão
negrume de quem já perdeu pra morte
lucidez de quem ainda bebe a vida.
Escuto a canção mas o refrão tem outras cenas
Imagem dos olhos, das mãos, da voz, da pele.
É tempo de trocar de música.
